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dc.creatorFernandes, Kelly Cristina de Souza-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4509878U6por
dc.contributor.advisor1Russo, Ieda Chaves Pacheco-
dc.date.accessioned2016-04-27T18:12:24Z-
dc.date.available2007-11-21-
dc.date.issued2007-10-09-
dc.identifier.citationFernandes, Kelly Cristina de Souza. Mascaramento clínico: limiares auditivos pelos métodos Platô e Otimizado. 2007. 105 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2007.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/12124-
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: Na realização da audiometria tonal, determinadas situações dificultam a obtenção dos limiares para cada orelha separadamente, havendo a necessidade de utilização do mascaramento. O Método Platô, desenvolvido por Hood (1960), vem sendo o mais utilizado há mais de quatro décadas. Contudo, em 2004, Turner sugeriu um protocolo de mascaramento no qual um diferente método, denominado Método Otimizado, poderia substituí-lo de forma eficaz em casos específicos. OBJETIVO: Verificar se há diferença entre os limiares auditivos obtidos, por via aérea e via óssea, utilizando-se dois métodos de mascaramento clínico: o Método Platô e o Otimizado. MÉTODO: Participaram deste estudo 40 indivíduos, com idades entre 15 e 65 anos, que apresentavam perda auditiva unilateral ou bilateral, considerando os modelos unilateral, bilateral, simétrico e somente-ósseo, propostos pela classificação de Turner (2004). Foram realizados os procedimentos de audiometria tonal liminar por via aérea e óssea, para ambas as orelhas, sem e com a utilização dos dois métodos de mascaramento. RESULTADOS: Não houve diferença estatisticamente significante entre os limiares auditivos obtidos com os dois métodos de mascaramento por via aérea e via óssea considerando-se os modelos, unilateral e bilateral. No entanto, houve diferença de 6,1% dos resultados para o re-teste dos limiares por via aérea e de 15,1% para o re-teste por via óssea, considerando o modelo simétrico e de 12,8% para o re-teste de via óssea, considerando o modelo somente-ósseo. CONCLUSÃO: O Método Platô pode ser utilizado para todos os modelos e o Otimizado é mais eficaz para os modelos unilateral e bilateral, não sendo indicado para o modelo simétrico. Diante disso, ambos os métodos de mascaramento apresentaram vantagens e desvantagens, sugerindo que o audiologista tenha conhecimento destas para que proceda a seleção do método de forma conscientepor
dc.description.abstractINTRODUCTION: Many situations may difficult the obtaining of thresholds for each ear, separately, in pure tone audiometry, demanding the use of masking. The plateau method, developed by Hood (1960) has being the most utilized for more than four decades. Nevertheless, Turner (2004) has suggested a masking protocol with a different method, called optimized, which could replace the previous one with efficacy in specific cases. PURPOSE: To verify if there is a difference among air and bone conduction hearing thresholds, using the two clinical masking methods: plateau and optimized. METHOD: Forty individuals aged from 15 to 65 years old, with either unilateral or bilateral hearing losses, considering unilateral, bilateral, symmetrical and just bone, proposed by Turner s classification, have participated of this study. They underwent air and bone conduction pure tone audiometry for both ears, without and with the use of the two masking methods. RESULTS: There was a 6.1% difference between the results for the air conduction threshold retest and a 15.1 % for the bone conduction threshold retest, taking into consideration the symmetrical model and a 12.8% for the bone conduction retest, considering the just bone model. There was no statistically significant difference between the air and bone conduction hearing thresholds with the two masking methods, considering unilateral and bilateral models. CONCLUSION: The plateau method can be utilized for all models and the optimized one is the most efficient for unilateral and bilateral models, having no indication for the symmetrical model. Therefore, both masking methods have presented advantages and disadvantages, implying that the audiologist must have knowledge of them in order to choose correctly the masking method to be usedeng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2016-04-27T18:12:24Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Kelly Cristina de Souza Fernandes.pdf: 272473 bytes, checksum: fd1b99ff0dcaf5e12bdb0ad1b9c2912e (MD5) Previous issue date: 2007-10-09eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/25020/Kelly%20Cristina%20de%20Souza%20Fernandes.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentFonoaudiologiapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologiapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectAudiçãopor
dc.subjectMascaramentopor
dc.subjectAudiometriapor
dc.subjectMétodopor
dc.subjectPlatôpor
dc.subjectOtimizadopor
dc.subjectHearingeng
dc.subjectMaskingeng
dc.subjectPure tone audiometryeng
dc.subjectPlateaueng
dc.subjectOptimized methodseng
dc.subjectAudicaopor
dc.subjectAudiometriapor
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIApor
dc.titleMascaramento clínico: limiares auditivos pelos métodos Platô e Otimizadopor
dc.typeDissertaçãopor
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