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Tipo do documento: Dissertação
Título: Cuidados com a voz: uma ferramenta de internet como instrumento de sensibilização para adolescentes
Autor: Almeida, Anna Alice Figueirêdo de 
Primeiro orientador: Ferreira, Léslie Piccolloto
Resumo: OBJETIVO: Verificar a resposta de adolescentes a um site sobre voz, em que esta foi apresentada não apenas como produto mecânico, mas também como instrumento de comunicação. MÉTODO: A partir de questionários veiculados em um site voltado à população adolescente (10 aos 19 anos de idade), em dois momentos (o primeiro - Questionário 1 -, antes da navegação do site; o segundo - Questionário 2 -, após a navegação), foram coletados dados pessoais e respostas a seis questões descritivas a respeito do conhecimento sobre a produção da voz, cuidados com a mesma e a voz como instrumento de comunicação; no Questionário 2 acrescentaram-se duas questões para avaliar o instrumento. Em seguida, os dados foram categorizados e submetidos a análise descritiva e estatística. RESULTADOS: O grupo acabou constituído por indivíduos pertencentes a ambos os gêneros (M = 139; F = 173), em maior número na faixa etária entre 18 e 19 anos (41,3%), residentes na região Sudeste (46,8%) e, como grau de escolaridade, ensino Médio completo (45,5%). Os meios de divulgação que mais atingiram os adolescentes foram os próprios fonoaudiólogos (29,5%) e o site de um canal de bate-papo específico para essa faixa etária (23,7%). O significado de voz mais atribuído pelos adolescentes foi UM SOM, UM PRODUTO MECÂNICO DO CORPO (62,8%). Porém, após a navegação do site, percebeu-se que muitos adolescentes ampliaram esse conceito, referindo ser um INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO. Os hábitos nocivos à voz mais citados antes da intervenção fonoaudiológica foram: gritar (49,4%), falar muito (29,8%), ingestão de líquido gelado (25,6%), falar com esforço (22,1%) e fumar (15,7%). Em contrapartida, os hábitos benéficos à voz mais citados no mesmo momento foram: beber água e água em temperatura ambiente (46,1%), não gritar (26,0%), não falar muito (25,0%), evitar ingerir líquidos gelados (12,5%) e realizar exercícios vocais (10,6%). Após o acesso ao site, os hábitos nocivos à voz mais citados foram: falar muito (52,6%), gritar (39,4%), falar com esforço (27,2%), consumir álcool (26,3%) e fumar (24,7%). Os benéficos foram: beber água (52,2%), não falar muito (31,1%), não gritar (30,8%), não falar com esforço (26,0%) e manter uma alimentação saudável (20,8%). Em relação ao número de citações dos hábitos vocais, tanto os nocivos como os benéficos obtiveram um aumento após o acesso lao site. Hábitos nocivos 802 - 1201; hábitos benéficos 736 - 1121. Os dados sobre a voz como instrumento de comunicação mostraram que a maioria (59,9%) remeteu-se a SENSAÇÓES AGRADÁVEIS ao se comunicar. Após o acesso ao site, as respostas que no Questionário 1 apareceram como NORMAl/NÃO SABE migraram, no Questionário 2, para SENSAÇÓES AGRADÁVEIS. Quanto aos dados sobre os termos descritivos atribuídos a sua própria voz, percebeu-se que 75,8% dos adolescentes atribuíram termos POSITIVOS a sua voz, porém foi estatisticamente significante que os adolescentes do gênero masculino citaram mais termos NEGATIVOS e, mais especificamente, relacionados à instabilidade e quebras da freqüência vocal. A maioria das sugestões dadas é viável para implementar o site. CONCLUSÃO: A exemplo de outras profissões da área de saúde, a Fonoaudiologia pode ter a Internet como ummeio pelo qual a informação de saúde seja melhor disseminada, quer para o intercâmbio profissional, como recurso para a pesquisa, quer como uma ferramenta para promover a educação em saúde, principalmente para os adolescentes, por serem estes os usuários em maior número desse meio de comunicação
Abstract: OBJECTIVE: To check the response of teenagers to a website about voice in which voice is presented both as a mechanical product and a communication instrument. METHOD: Based on questionnaires bn a website directed to adolescents (10 to 19 years of age), divided into two steps (Questionnaire 1 - before web site browsing, and Questionnaire 2 - after browsing), we collected personal data and answers to six questions about knowledge on vocal production, vocal care and voice use as a communication instrument. In Questionnaire 2, we added 2 more questions to assess the instrument. Next, data were categorized and submitted to descriptive and analytical analysis. RESULTS: The group comprised subjects of both genders (M = 139; F = 173), most of them aged 18 to 19 years (41.3%), residents of the southeast region of the country (46.8%), and they had complete high school educational levei (45.5%). The dissemination media that most impacted teenagers were speech therapists (29.5%) and the website of a specific chat room for this age range (23.7%). Teenagers most frequently stated that voice was a sound, a mechanical product of the body (62.8%). However, after browsing the website, many teenagers expanded this knowledge, referring to voice as a communication instrument. Harmful vocal habits most frequently referred before speech and vocal intervention were: yelling (49.4%), speaking too much (29.8%), intake of cold drinks (25.6%), strained speech (22.1%), and smoking (15.7%). Conversely, beneficial vocal habits most frequently mentioned were drinking water at room temperature (46.1%), not to yell (26.0%), not to speak too much.(25.0%), avoid intake of cold drinks (12.5%), and practicing vocal exercises (10.6%). After accessing the website, the most frequent/y described harmful habits were: speaking too much (52.6%), yelling (39.4%), strained speech (27.2%), alcohol intake (26.3%) and smoking (24.7%). Beneficial habits were: drinking water (52.2%), not to speak too much (31.1%), not to yell (30.8%), not to use strained voice (26.0%), and maintaining a healthy diet (20.8%). Concerning the number of references to both harmful and beneficial vocal habits, there was an increase in references after accessing the website. Harmful habits increasedfrom 802 - 1201; beneficial habits from 736 - 1121. Data on voice , as communication instrument showed that most of them (59.9%) referred please in sensations when communicating. After accessing the website, answers to Questionnaire 1 that were rated as normal/does not know, migrated to pleasant sensations in Questionnaire 2. As to data concerning descriptive terms to their own voice, we noticed that 75.8% of the teenagers attributed positive terms to their voice, but male teenagers referred more negative terms to their voices than female subjects, with statistically significant difference, which were more specifically related to instability and vocal frequency breaks. Most of the suggestions given are feasible for the implementation of the website. CONCLUSION: Similarly to other health-related areas, Speech and Voice Therapy can have internei as a source through which health information can be disseminated, either by professional exchange of information or as a resource to promote health education, especially to teenagers, since they are the most frequent users of this type of communication means
Palavras-chave: Voz
Adolescentes
Telemedicina
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FONOAUDIOLOGIA
Idioma: por
País: BR
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Fonoaudiologia
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologia
Citação: Almeida, Anna Alice Figueirêdo de. Cuidados com a voz: uma ferramenta de internet como instrumento de sensibilização para adolescentes. 2005. 121 f. Dissertação (Mestrado em Fonoaudiologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2005.
Tipo de acesso: Acesso Restrito
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/12219
Data de defesa: 30-Nov-2005
Appears in Collections:Programa de Estudos Pós-Graduados em Fonoaudiologia

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