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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15078
Tipo do documento: Tese
Título: É necessário dois para bailar um tango
Autor: Soares, Lorene Gonçalves 
Primeiro orientador: Orlandi, Luiz Benedicto Lacerda
Resumo: Este trabalho trata da consecução de vínculos e de encontros. Utiliza-se da cartografia no ambiente tangueiro da cidade de Buenos Aires. Para refletir sobre o encontro, a pesquisa conta com a experiência de bailar tango, percorrendo algumas percepções da pesquisadora, tanto como bailarina de tango quanto como psicoterapeuta, buscando revelar o que acontece nesses encontros. Esta pesquisa se deu não observando esses encontros, mas participando deles. De bailes, olhares, gestos, toques, conversas e sensações com mais de cem pessoas, ficaram os sentidos que a compõem. Com a experiência de quem é afetado diretamente pelo tango, entre um baile e outro, surgiram reflexões sobre os vínculos e seus fluxos. Parece haver um mistério na formação dos vínculos em que as conexões e encontros acontecem para além do que idealizamos. Ainda que cada encontro seja único, a proposta é entender melhor o que cria e mantém essas ligações. Levada pela circunstância, sem preocupar-se com as estruturas formais da investigação, procura fluir pelos encontros com o objetivo de deixar que a experiência se estabeleça com a menor interferência possível. A pesquisa se utiliza de investigação qualitativa informal e recorre ao registro cartográfico para compor o texto. A ideia de que existe uma tensão na formação dos vínculos é trabalhada tanto no encontro do baile como no encontro da clínica de psicoterapia. O ambiente do tango é um rico campo de estudo, onde os encontros vão se estabelecendo entre pessoas de diferentes lugares que ali se unem em seus códigos, começam a utilizar a mesma linguagem, ainda que seus idiomas sejam diferentes, e se deixam invadir pelas sensações que esse intercambio consegue criar. Nos encontros do tango, assim como em muitos outros, não há uma coreografia a ser seguida, tudo é criado, construído pela orientação do ritmo e desenvolvido pelos parceiros naquele momento. E para cartografar o encontro entre o baile e a clínica, este trabalho foi desenvolvido com o olhar de uma terapeuta corporal, buscando perceber a força da energia vital que surge de um bom encontro
Abstract: This piece of work is about the consecution of bonds and encounters. It makes use of the cartography in the tango environment of Buenos Aires city. In order to reflect upon the encounter, the research relies on the experience of dancing the tango across the researcher s perceptions, both as a dancer and as a psychotherapist, seeking to reveal what happens in these encounters. This research is no product of observation, but one of actual participation in such encounters. The senses that composed it came from dances, looks, gestures, touches, conversations and sensations with more than one hundred people. Having the experience of someone who is directly affected by the tango, between one dance and another, the reflections about bonds and its flows arose. There seems to be a mystery in the way bonds are formed, for the connections and encounters happen beyond what we idealize. Even though each encounter is unique, the intention is to better understand what develops and maintains these connections. Driven by the experience without over worrying about the formal structures of the investigation, the encounters were treated in a way as to allow the experience to be established with as least interference as possible. The research made use of an informal qualitative investigation and the cartographic register was used to compose the text. The idea of the existing tension at the creation of bonds is processed during the encounters at the dance as well as the ones in the clinic. The tango environment is a rich field of study, where encounters are established among people from different places who gather together using its codes, start to communicate, even though their languages are different, and are taken by the sensations created by this exchange. In the tango encounters, as in many others, there is no choreography to be followed; everything is improvisation, created with the rhythmic orientation by the partners in that moment. To create the cartography of this encounter between dance and clinic, this piece of work was developed from the perspective of a body therapist, looking to perceive the strength of the vital energy which emerges from a good encounter
Palavras-chave: Encontro
Vínculo
Tango
Baile
Tensão
Encounter
Bond
Tango
Dance
Tension
Área(s) do CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
Idioma: por
País: BR
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Sigla da instituição: PUC-SP
Departamento: Psicologia
Programa: Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia: Psicologia Clínica
Citação: Soares, Lorene Gonçalves. É necessário dois para bailar um tango. 2011. 190 f. Tese (Doutorado em Psicologia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2011.
Tipo de acesso: Acesso Restrito
URI: https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15078
Data de defesa: 10-Nov-2011
Aparece nas coleções:Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia: Psicologia Clínica

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