REPOSITORIO PUCSP Teses e Dissertações dos Programas de Pós-Graduação da PUC-SP Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais
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dc.creatorSousa, Heder Claudio Augusto de-
dc.creator.Latteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4703196T0por
dc.contributor.advisor1Almeida, Lúcio Flávio Rodrigues de-
dc.date.accessioned2016-04-26T14:57:57Z-
dc.date.available2011-11-07-
dc.date.issued2001-03-30-
dc.identifier.citationSousa, Heder Claudio Augusto de. A greve dos petroleiros de 1995: desafios e impasses do sindicalismo brasileiro na década de 90. 2001. 134 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2001.por
dc.identifier.urihttps://tede2.pucsp.br/handle/handle/4154-
dc.description.resumoA greve dos petroleiros de 1995 foi a maior já realizada pela categoria. Durante 32 dias os petroleiros travaram uma disputa com a maior empresa brasileira, a Petrobras e com o governo, no sentido de fazer valer os acordos estabelecidos em 1994, por ocasião de sua campanha salarial. A paralisação dos petroleiros fez parte de um movimento grevista que, pelo menos no início, aglutinou diversas categorias de trabalhadores de empresas estatais e de servidores federais. Porém a iniciativa ficou conhecida como a greve dos petroleiros. Apesar de formarem uma categoria relativamente pequena 46 mil trabalhadores à época da greve os petroleiros estão localizados num setor estratégico para o funcionamento da economia. O setor de petróleo, fonte de energia e insumo, também é considerado questão de soberania nacional. Daí a realização de greve neste setor da economia ganhar uma dimensão política de grande envergadura. Os petroleiros, ao lado dos metalúrgicos do ABC paulista, tiveram uma participação destacada na constituição da CUT e do PT. A greve dos petroleiros de 1983, ano da fundação da CUT, foi a primeira realizada no setor após o regime militar e marcou a retomada das mobilizações sindicais depois de um refluxo que se verificou no início daquela década. O Sindicato dos Petroleiros de Paulínia-Campinas (SP), além de encabeçar a greve, teve importante papel na trajetória da organização da Federação Única dos Petroleiros (FUP), responsável pela direção da greve de 1995 que contou com a adesão dos 19 sindicatos petroleiros existentes. O movimento sindical, principalmente o vinculado ao setor privado da economia, a partir da década de 90, experimentou forte refluxo devido à abertura comercial, crescimento do desemprego e à generalização das reestruturações produtivas. No entanto, o sindicalismo dos petroleiros na primeira metade da década de 90 apresentou grande vigor, em boa medida devido à sua singularidade. A vitória eleitoral de FHC, em 1994, se deu, principalmente, graças ao sucesso no combate à hiper-inflação, pelo Plano Real. Uma das principais metas do projeto neoliberal assumido por FHC era o ajustamento do Estado e a continuação do programa de privatização. A greve dos petroleiros de 1995 representou a principal resistência organizada a este projeto. O desfecho desfavorável da greve significou a consolidação de uma nova hegemonia política e o movimento sindical brasileiro experimentou uma segunda inflexão negativa na correlação de forçaspor
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-
dc.formatapplication/pdfpor
dc.thumbnail.urlhttp://tede2.pucsp.br/tede/retrieve/12971/tese_66354.pdf.jpg*
dc.languageporpor
dc.publisherPontifícia Universidade Católica de São Paulopor
dc.publisher.departmentCiências Sociaispor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsPUC-SPpor
dc.publisher.programPrograma de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociaispor
dc.rightsAcesso Restritopor
dc.subjectPetróleopor
dc.subjectSindicalismopor
dc.subjectGreve dos petroleiros -- 1995por
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADASpor
dc.titleA greve dos petroleiros de 1995: desafios e impasses do sindicalismo brasileiro na década de 90por
dc.typeDissertaçãopor
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